O até breve do blog

31/03/2012

Bom dia Povo Batalhador de Corinthians!

Primeiro de tudo gostaria de agradecer as mais de 12 mil visitas que tive no blog desde aquele 16 de agosto de 2011, à seis meses e meio, quando comecei este trabalho. Muitas ou poucas, essas visitas foram muito importantes para mim.

Escrever é uma paixão que tenho desde muito novo; opinar é parte de mim, uma coceira pra palpitar e expor meu ponto de vista em tudo que é assunto em que sou entendedor, e até nos que não sou; Corinthians.. bom, é o Corinthians. Sem muito (mais) o que declarar porque creio que já esteja bem nítido a todos.

Juntar essas três coisas, pela segunda vez, foi muito maravilhoso e algo que sempre quis voltar a fazer. E é algo que muito confunde minha cabeça com relação à minha formação – hoje curso Física.

E é justamente por conta desse meu compromisso/desejo/obrigação/necessidade que estou, novamente, interrompendo as atividades do blog. As coisas andam bem apertadas, o tempo anda muito curto o que me leva a fazer os textos sempre entre um intervalo e outro, ou muito tarde da noite, ou durante o trabalho, enfim, sem uma dedicação total para a produção de um texto com qualidade – por mais que a minha qualidade para isso seja alta ou baixa, à julgar pelos meus queridos leitores.

Quando comecei com o blog, minha idéia era de postar todos os dias, fazer um acompanhamento bem próximo do que acontecia no Corinthians e com ele. Desde o futebol até os outros diversos esportes em que o Corinthians está envolvido, a política interna e o combate e defesa do nome do SCCP diante dessa mídia de média. Não tenho conseguido fazer a coisa como gostaria. Optei por parar – e espero que seja temporário.

Peço desculpas aos que freqüentam meu blog – diária e/ou esporadicamente. Por mais que, ter e manter o blog, seja um desejo meu, uma atividade que sempre me deu satisfação pessoal, é lógico que os leitores são extremamente importantes para mim – pela própria crítica, o debate de idéias sempre em busca de melhorar a percepção, a explanação e aumentar a qualidade.

Vai me fazer muita falta, é verdade verdadeira que parar pra escrever um texto muito me alegra. De toda forma, é bem provável que continue escrevendo quando tiver um tempo sobrando, mas prefiro determinar algo aos leitores do que manter publicações descompromissadas, feitas na correria e não-diárias, às vezes deixando o leito esperando por um post com referência a um assunto que gostaria de saber minha opinião para mostrar a sua. Prezo pela qualidade e pelo compromisso.

Por tudo, muito obrigado Povo Batalhador de Corinthians! Sigam-me no twitter no @afr_corinthiano e a gente continua a trocar idéia, a se falar e celebrar o Corinthians!

Com muito amor, até o fim! Sempre pelo e para o Corinthians!

Continuem o combate aos abutres, privilegiem as mídias e canais oficiais do SCCP e #VaiCORINTHIANS e que São Jorge nos proteja!

É nóis!


Pós-jogo: Corinthians 1×0 XV de Piracicaba

29/03/2012

Bom dia Povo Batalhador de Corinthians!

Amanhecemos na liderança do melhor estadual do país. A vitória pelo placar mínimo nos deixa à frente das meninas até que elas joguem hoje à noite, e só nos ultrapassam se vencerem o jogo.

Ontem no Pacaembu o jogo foi, admirem-se, lá e cá. O XV com um time precisando sair da degola veio pra cima, e o Corinthians com um time sem entrosamento demorou pra se achar no jogo. Foi só lá pra depois da metade do primeiro tempo que o Corinthians se deu conta de que o jogo era pra valer e apareceu no campo.

Antes disso o adversário também não chegou, mas impediu que o Timão ameaçasse. A primeira bola a chegar perto da meta adversária foi uma cabeçada de Elton de longe, que passou ao lado do gol. Emerson, correndo feito um louco, foi o diferencial e deu trabalho à zaga adversária. Em chutes, dribles e tentativas de assistências – num cruzamento pela direita, Gilsinho não acertou a bola e perdeu grande chance.

O campo virou e, logo no início da segunda etapa, Ramon dominou a bola no peito, passou por dois adversários e bateu cruzado; 1×0 Coringão que já buscava e merecia o gol a certo tempo. E antes disso ainda teve a substituição de Gilsinho por Edenílson.

O jogo voltou à normalidade de nenhum conjunto superar, efetivamente em gols, o outro. O Corinthians bem melhor e o XV tentando nos espaços cedidos pelo Timão. Nestes espaços a figura de Cássio apareceu de forma agradável – boas saídas de gol, defesas firmes e o bom posicionamento chamaram a atenção.

O Corinthians continuou pressionando mas sem matar o jogo. Perdeu muitos gols, finalização que precisa ser trabalhada com mais intensidade. O próprio volume de jogo de ontem merecia um resultado mais amplo e confortável.

O XV, somente em busca da vitória para sair da zona da degola, foi para cima e ofereceu certo perigo em determinados lances. Mas em todos eles Cássio se mostrou bem – me chamou a atenção um lance de cruzamento onde o goleiro saiu da pequena área e encaixou a bola, coisa que raramente vemos de Kuririm.

No fim do jogo, a pressão do Corinthians (muito provavelmente por conta só dos reservas que buscavam mostras serviço afim de um espaço dentre os titulares) ficava sempre em algum jogador em que rebatia a bola ou que a isolava da área. O time de Piracicaba, forte nos contra-ataques, ainda chegou em um cruzamento em que a cabeçada foi perfeita mas, melhor que ela, a defesa de Cássio sobre a linha e que deu rebote para chute fraco do adversário que nem chegou a entrar, graças ao rápido poder de recuperação do estreante, mas que de toda forma já estava irregular pelo impedimento do adversário.

Fim de jogo, o mesmo 1×0 de muitas outras vezes, merecendo muito mais, como algumas delas, e liderança provisória assegurada. Um tropeço das meninas hoje nos deixa isolados na frente.

Destaco as atuações de Cássio e Marquinhos, como bons suplentes que mostraram muita segurança com a camisa do Corinthians, e Emerson, que nem considero mais um reserva nesse elenco.

O próximo jogo é contra o Oeste em Presidente Prudente no próximo domingo, e como não haverá jogo no meio da próxima semana é com os titulares que devemos ir, independente de qualquer coisa. Chega de “poupar” esses caras que já se poupam durante o jogo todo.

#VaiCORINTHIANS e que São Jorge nos proteja!


Pré-jogo: Corinthians x XV de Piracicaba – 16ª rodada do Paulistão 2012

28/03/2012

Bom dia de Coringão Povo Batalhador de Corinthians!

O Corinthians hoje enfrenta o XV de Piracicaba no Pacaembu. O visitante vem com a corda no pescoço na 17ª colocação, somando 11 pontos – campanha de 3 vitórias, 2 empates e 10 derrotas; 17 gols a favor e 33 contra (saldo de -16).

A posição na tabela, a diferença de 1 e 3 pontos para o penúltimo e último colocados, respectivamente, os 2 pontos que o separa do primeiro time fora da zona de rebaixamento e os, apenas, quatro jogos que restam para o fim da primeira fase são aspectos que devem obrigar o time de Piracicaba a sair para o jogo em busca do resultado, o que deixará espaços para o Time do Povo.

Coringão que por sua vez deve vir com um mistão depois dos dois jogos da semana passada.

Adenor vai poupar muitos dos que iniciaram o Derby domingo. Segundo informações, serão oito os poupados para o confronto de hoje à noite: Júlio César, Chicão, Fábio Santos, Paulinho, Danilo, Jorge Henrique e Liédson. Contaram? Sete. E separei porque foram os que atuaram no último domingo. O oitavo a ser poupado é Alex, o mesmo que pipocou do Clássico por dor na coxa. Não vou comentar o chinelinho do Parque.

Mesmo com 7 dos ‘titulares’ fora, o time do Corinthians continua com nível alto e superior ao adversário. No treino de ontem, Adenor montou o onze inicial com: Cássio, Alessandro, Marquinhos, Castán e Ramon; Ralf, Ramirez e Douglas; Gilsinho, Emerson e Elton. Time bem rápido pelos lados e que deve beneficiar os bons passes de Douglas – pois terá, pelo menos teoricamente, jogadores realizando ultrapassagens – e Élton – com cruzamentos e munição dos dois lados.

Gilsinho ganhou a vaga e vai para o jogo. Haja vista que eu não esperava nada dele mesmo, até que está agradando. Mas considero injustiça com Cabeludinho – a menos que ele tenha ficado bravo ao ser sacado do time contra o Comercial. Toda vez quem roda é ele, sempre que alguém tem que sair é ele, enquanto JH por exemplo segue intocável.

Cássio terá sua chance para mostrar serviço. É bom, já que trouxe, que bote para jogar. Mas que seja mantido como terceiro goleiro, Danilo merece até a titularidade do meu ponto de vista. E mais uma vez, Marquinhos terá chance de se ambientar com os profissionais e ir ganhando experiência.

No mais, que seja feita a nossa parte. Somar mais três pontos pra buscar a liderança, lembrando a importância de decidir tudo no Pacaembu.

#VaiCORINTHIANS e que São Jorge nos proteja!

p.s.: Ontem, completando a quarta rodada do grupo 6 da Neurose, Nacional e Táchira ficaram no empate. O Táchira com apenas 2 pontos praticamente dá adeus ao torneio, enquanto que o Nacional segue vivo e dependendo apenas de si. O resultado deixa o Corinthians a um empate de se classificar. O próximo jogo do Timão é no dia 11/04, contra o Nacional.


O Terno de Dois Bilhões de Dólares e a farda da organizada

27/03/2012

Lançado em 2002, o filme com o Jackie Chan, como de costume quando o protagonista é tal ator, é de ação, abordando lutas de um contra cem, golpes marciais e muita pancadaria.

Jackie Chan é um chofer, que ao vestir o terno de seu patrão ganhar incríveis poderes, incorporando Chuck Norris. Para quem nunca viu, aqui vai o link para assistir o trailer e em seguida a sinopse do filme.

Trailer – O Terno de Dois Bilhões de Dólares http://www.cinematotal.com/trailers_view.asp?id=14346&idf=9248&t=O+Terno+de+2+Bilh%F5es+de+D%F3lares

Sinopse: Jimmy Tong (Jackie Chan) é o simpático chofer do milionário Clark Devlin (Jason Isaacs), que acaba sofrendo um acidente que o hospitaliza. Tong é enviado para a casa de seu patrão para resolver alguns assuntos quando, sem saber, decide experimentar seu terno. Tal ato não haveria nenhum problema se o terno de Devlin não fosse computadorizado e desse a quem o veste uma série de poderes, fazendo com que Tong se envolva em uma intriga internacional de espionagem que o coloca ao lado de Del Blaine (Jennifer Love Hewitt), sua mais nova parceira.

O filme é bom, apesar de todo o exagero que sempre acompanha esses filmes onde sete caras armados ficam esperando, um a um, a sua vez de apanhar de um cara que bate até com a cortina.

Ligando os pontos.

Ontem, como medida de evitar que confrontos como o de domingo pela manhã entre “torcedores” ocorram daqui para frente, a Federação Paulista acatou o pedido da Polícia Militar e baniu dos estádios a Gaviões da Fiel e a Mancha Verde. Bani-las significa que durante algum tempo ninguém poderá entrar nos estádios paulistas com vestimentas, faixas, bandeiras e/ou instrumentos de tais torcidas.

O que isso muda? Bom, caso a camisa da organizada for como o terno de 2 bilhões de dólares utilizado por Jackie Chan, tudo. Caso contrário, nada.

Sou torcedor organizado há quatro anos, acompanho em particular a Gaviões da Fiel a, no mínimo, 6, 7 anos. Muito antes disso, pelo fato de ser apaixonado por futebol, tenho lá minha admiração por toda e qualquer festa feita na arquibancada. Não sei quem foi que me ensinou, mas eu aprendi bem que ser, em primeiro lugar e acima de tudo, Corinthiano e, tempos depois, torcedor organizado não implica que eu tenha que desvalorizar, desmerecer e desprezar tudo que seja relacionado com outro time e/ou torcida.

Não estou aqui para fazer defesa de ninguém. Repudio a desvalorização da vida – porque é esse o termo que define alguém que atira pra pegar em qualquer um ou que dá pauladas na cabeça de alguém caído. Sobre brigas, bom, quem faz parte desse meio sabe que é, digamos, cultural da torcida organizada, como bem disse o diretor do filme Holligans “é o clube da luta da classe operária”. Mas nada justifica ou motiva, pelo menos logicamente, o extremo. E convenhamos, a “ética” na hora do confronto, a tempos, já caiu por terra.

Em tempo, ser torcedor organizado não exige que você acorde cedo pelo domingo, geralmente o dia em que descansa o camarada que trabalhou a semana toda, para ir relar a mão em homem que torce por outro time. E na moral? O domingo pela manhã é o único tempo que tenho tido na minha corrida rotina para não fazer porra nenhuma. Logo, uso para isso, fazer porra nenhuma.

Mas voltando ao foco, proibir que se vistam para ir aos estádios não vai mudar nada. E isso também é chover no molhado. A minha camisa nunca me mudou, pelo menos não para pior. Com ela, por ela e através de grandes homens que vestiram e vestem ela, aprendi muita coisa que utilizo em cada momento da minha vida, em cada decisão, em cada ação, em cada proceder. E acredito que seja assim, pelo menos na essência, com qualquer outra torcida de qualquer outro time.

A medida adotada não é para solucionar. A real é que, para alguém que está na parte de cima da pirâmide, confrontos e mortes como as de domingo interessam. O intuito ainda passa por acabar com as organizadas. Mas parece que os próprios organizados não se deram conta de que, toda vez que mordem a isca, contribuem diretamente para que as entidades sejam fechadas e que o pouco de bom que ainda fazem por lá, seja perdido por nada.

O quanto dar paulada na cabeça do “inimigo” ajudou o time no jogo à tarde?

Aliás, não relaciono o ocorrido com o futebol, ele não merece isso. E quem ama o futebol e o compreende deveria fazer o mesmo. Ninguém vai pro pau porque gosta de futebol, vai porque gosta de estar ali, e estar ali também é conta dele; até que se prove o contrário, é um cidadão que paga suas contas e faz o que bem entender – é lógico que o único problema disso é atingir pessoas que nada tem a ver com a “guerra”.

Fato é que ninguém é santo nessa patifaria. Nem os “torcedores” – tanto os que mataram quanto os que morreram; nem os policiais – que sim, tinham consciência do possível confronto e pouco se prepararam, e não o fizeram de forma proposital, não tentem me convencer do contrário; nem o estado – que tem instrumentos para garantir a segurança do cidadão de bem e não os utiliza, enquanto permite que 500 pessoas se ataquem à luz do dia em plena maior cidade do país.

Como costumo dizer, cada um sabe o seu papel nessa história. Fazer o contrário faz com que todos percam. Alguns o prazer, outros o tempo, alguns a sensação de segurança, outros a vida.

O buraco é mais embaixo, mas também não é tão difícil de resolver. É que, para os caras do poder, a carnificina convém, e para os bandidos, a impunidade também. Atende à interesses e eu já ia dizer que o principal estava sendo deixado de lado, mas como eu disse, esse tipo de imbecilidade nada tem a ver com o futebol. O Corinthians, o Palmeiras ou qualquer outro não podem ter relação com isso – exceto para a mídia sensacionalista que descarta a qualidade e o bom senso.

A camisa, independente de qual torcida, não faz a cabeça de ninguém, não transforma a índole de ninguém. E princípios são princípios. O Estado prefere proibir do que educar – como fez com o caso das sacolinhas, onde “observou” ser mais fácil proibir que sacolinhas sejam distribuídas do que educar o cidadão a não as jogar no chão.

Violência, inconsequência, inconsciência.. tudo isso está no ser humano, não em sua camisa, nem no seu terno.

De resto, é só futebol.

#VaiCORINTHIANS e que São Jorge nos proteja!


Pós-clássico: Corinthians 2×1 porco

26/03/2012

Bom dia Povo Batalhador de Corinthians!

Semana inteira salva com o jogo de ontem. Jogo digno de clássico, o maior do mundo.

O Corinthians começou pior. Marcação não encaixava, não conseguia criar e se via perdido em campo. O lance do gol do outro foi só mais um, entre tantos, dos lances em que o time de cor ridícula vinha com liberdade e na maioria das vezes com mais jogadores do que o Coringão na jogada.

Chegaram e testaram Kuririm, nas outras vezes, tentavam cavar uma falta próximo a área – em muitas vezes os jogadores do Corinthians foram inocentes e cometeram a infração. Fernanda Torres tentou um chute, Kuririm defendeu. Numa falta cavada pelo camisa 10, Marcos Assunção bateu e a bola passou muito próxima do gol. Aí, no mais do mesmo, 3 suínos desceram pela esquerda sem marcação e sem qualquer pressão, Fernanda Torres deu passe para Marcos Assunção que bateu de longe, a bola resvalou em Castán e passou por cima de Kuririm.

Goleiro que toma gol de cobertura de fora da área não é lá essas coisas. A resvalada no nosso zagueiro não alterou o curso da bola, Kuririm estava mesmo adiantado. São certas coisas que só serão corrigidas com treino, fora isso, nada mais.

E o Corinthians não se encontrava. Liédson trombou com Deola – à primeira impressão é de uma jogada extremamente forte, mas visto e analisado é perceptível que o camisa 9 tirou o pé e não atingiu o goleiro. Chicão atingiu Barcos na tentativa de pegar a bola, chegou atrasado e a jogada ficou pesada, mas não houve intenção. Tanto quanto não houve na pesada que Márcio Araújo deu em Paulinho no início do jogo.

O primeiro tempo terminou assim. Um Corinthians mais desorganizado que o comum sendo superado por um time que conta com poucas jogadas.

O início do segundo tempo decidiu o jogo. O Corinthians precisou de 4 minutos e 2 jogadas de levantamento na área para virar o jogo – e quem diria que seria em tão pouco tempo e utilizando de tal jogada que chegaríamos à vantagem no placar.

JH, pela direita, levantou duas bolas. A primeira, bateu em Márcio Araújo e sobrou para Paulinho mandar para o fundo das redes. Na segunda, quando a pelota procurava por seu velho amante, o camisa 9 que tanto para nós fez durante o último ano, Márcio Araújo, de novo ele, mandou contra o próprio patrimônio. Virada do Povo.

E eram só 7 minutos do segundo tempo.

Reparem. Não foi alterado o time, mas sim a postura do mesmo. Tudo bem que os gols saíram de jogadas que não caracterizam qualquer criação e/ou supremacia sobre o adversário. Mas saíram. E saíram porque foram tentadas jogadas em que podem sair gols. Falta um pouco disso a esse time, arriscar mais, improvisar mais, oferecer mais perigo, se inovar a cada jogo. Hoje foi isso, inovação que deu certo.

A virada antes dos 10 minutos desnorteou os porcos. Não conseguiam criar, sequer passavam do meio campo e nem as cavadas de faltas praticavam mais. Adenor acertou a parte de marcação que não ficou devendo nada na segunda etapa. E pra melhorar, o Coringão criava mais. Emerson em grande partida fez várias jogadas individuais pela esquerda. Em uma delas pedalou frente ao adversário e foi ao fundo infiltrando na área, na saída de Deola tocou para trás e JH chutou em cima do zagueiro, desperdiçando grande chance.

Bigodão não temeu e foi pra cima. Colocou Ricardo Bueno e Pedro Carmona, certamente para explorar as jogadas aéreas – que deixaram de acontecer. O Corinthians dominava o jogo mas mesmo assim tomamos sufoco com uma bola em que Fernanda Torres chutou por cima do gol e duas cobranças de falta de Marcos Assunção.

2 x 1 pro lado Negro da força. Invencibilidade quebrada e tabu do Pacaembu mantido. 3 pontos importantíssimos que já garantiram o Corinthians, atual segundo colocado, na próxima fase do Paulistão.

Não foi uma exibição exemplar, de encher os olhos. Mas foi oque se espera em um clássico. Vontade de vencer.

Lamentável são as notas de pesar pela morte do porco e as imagens da selvageria na arquibancada de cor ridícula no fim do jogo. Já passou da hora de torcedor entender que, matar entre si, só prejudica aquilo que dizem ser suas vidas. Consciência negada, consciência.

#VaiCORINTHIANS e que São Jorge nos proteja!


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 177 other followers